Como e porque classificar o câncer de próstata?
A classificação do câncer de próstata é essencial para o planejamento terapêutico e avaliação dos resultados.
Quais as ferramentas para entender e classificar o câncer de próstata?
As ferramentas que utilizamos para sua classificação incluem:
– Avaliação clínica: exame do toque e condições de saúde existentes
– Avaliação laboratorial: dosagens de
PSA (antígeno prostático específico)
A RNM é muito utilizada para avaliação local da próstata, das vesículas seminais e linfonodos (gânglios). O PET-CT tem uso mais recente e seu marcador é mais específico para o câncer de próstata devido ao seu marcador (PSMA ou colina). As biopsias são ferramentas muito úteis, pois ajudam a definir extensão e grau de agressividade do tumor. A análise da peça cirúrgica é importante após a cirurgia e nos traz dados muito detalhados a respeito do doença, pois a analisa como um todo. A cintilografia óssea, como o próprio nome diz, refere-se ao estudo da doença disseminada aos ossos.
Estas ferramentas estão em constante evolução. Com frequência, descobrimos métodos complementares que nos ajudam a entender melhor o câncer de próstata.
Quais os grupos de risco do câncer de próstata?
De acordo com a extensão local da doença, chance de disseminação à distância, risco de progressão e pela decisão do melhor método de tratamento, classificamos o câncer de próstata.
De um modo geral, classificamos o câncer de próstata em 3 categorias.
– risco baixo: doença de baixo volume, PSA menor que 10 e Gleason 2-6
– risco intermediário: doença de volume médio, mas circunscrita apenas na próstata, PSA entre 10-20 e Gleason 7
– risco alto: doença localizada fora da próstata, PSA maior que 20 e Gleason 8, 9 ou 10.
Esta classificação mostra, em ordem, as chances de a doença evoluir favoravelmente, recidivar e defini as chances de sucesso de acordo com cada tratamento.
Tratamentos propostos de acordo com a classificação
O tratamento do câncer de próstata vem evoluindo constantemente. As novas abordagens incluem a vigilância ativa, com indicação cada vez mais frequente. Também houve avanço nas medicações sistêmicas para controle de doencás em graus mais avançados de crescimento.

Quando falamos em cirurgia , referimo-nos a conhecida prostatectomia radical, que é a técnica padrão para o tratamento do câncer de próstata. Ela sempre deve ser realizada com a retirada dos gânglios, a chamada linfadenectomia pélvica.
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